Hoje é dia de saudar os comerciantes por sua antiguidade e importância

No princípio os homens criaram o escambo. Dessa forma, o que alguém produzia trocava por outra mercadoria qualquer que o vizinho ou parente executava. Assim, surgiu o comércio em sua fase mais ancestral a garantir a sobrevivência da espécie.

Creio que alguma esperteza entre os praticantes do escambo tenha aparecido ainda nessa primeira fase das trocas de mercadorias. Afinal de contas, como estabelecer objetivamente o maior ou menor valor de um objeto no momento da troca?

No entanto, vamos combinar que o formato do escambo nos permite sonhar com tempos idos menos interesseiros. Nem por isso, isentos de belicosidade. Contudo, a intrigante e absolutamente desconhecida natureza obrigava os humanos a serem mais colaborativos.

O problema da troca de mercadorias foi ficando mais complexa, certamente, a partir do momento em que começou a haver a acumulação. A sabedoria foi assumindo de vez o lugar do comportamento mais colaborativo, e o comércio passando a ser cada vez mais sofisticado.

Civilizações antigas como a grega, por exemplo, impulsionada pelo comércio e suas consequências, evoluiu da contemplação mitológica para a elaboração do pensamento racional, ou seja, para a filosofia.

Os povos passaram a se aventurar por meio de navios ou grandes comboios a pé ou a cavalos e carroças pela Terra afora. Dessa maneira, carregados de mercadorias para trocas com outros povos que não aqueles aos quais pertenciam aqueles viajantes e de onde haviam sido produzidas aqueles artigos.

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A moeda

Em meio ao crescimento do comércio, os terráqueos passaram a sentir a necessidade de estabelecer algum parâmetro para a troca de mercadorias, uma vez paulatinamente distantes do formato original do escambo, e frente ao grande volume alcançado pelos negócios.

Foi assim que, aos poucos, foi surgindo a moeda. Não no formato e na dimensão internacional que temos, hoje, com parâmetros entre suas diversas denominações e valores, por meio do câmbio.

Em algum momento, a moeda era, por exemplo, o gado. Mas, isso não era universal. De acordo com o destaque espacial e temporal, também houve o sal como moeda. E, ainda, óleo de oliva. Mas também, as mais estranhas, como mandíbulas de porco e crânios humanos.

O grande salto foi o estabelecimento de pedras preciosas como o ouro e a prata para a condição de moeda. Contribuía para isso o valor dessas mercadorias, praticamente baseada em sua dureza, resistência à corrosão e, portanto, durabilidade.

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A dimensão tomada pelo comércio, por suas grandiosas implicações, impulsionou a ação civilizatória. Embora, também no mesmo grau, da destruição e da morte. Provocou as grandes descobertas, e, da mesma forma, o genocídio de povos inteiros.

Comerciantes

Nesse particular, o do comércio, há os que vivem exatamente de vender mercadorias: os comerciantes. Apesar de existirem os que produzem e comercializam, ao mesmo tempo, sobrevivem os que se dedicam exclusivamente a comercializar produtos.

Pois bem. Hoje é comemorado o Dia do Comerciante. Dia de parabenizar uma categoria tanto antiga (e antiguidade é posto!) quanto numerosa. E responsável direta pelo movimento da economia tanto no plano nacional quanto internacional.

Salve, portanto, os comerciantes que, por sua atividade mesmo encarada isoladamente, se constitui numa das principais forças de geração de emprego e de renda. E que vêm cortando um dobrado para manter seus negócios e seus empregados em meio à pandemia que atormenta o mundo.

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