Pronampe é transformado em política oficial de crédito

Tem política oficial de crédito, e mais: Bolsa e dólar; CNC debate em evento o papel de tecnologia na atividade internacional de serviços

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

*ECONOMIA DO TURISMO*, Ano II, Nº 139 de 09.05.2021

Pronampe é transformado em política oficial de crédito

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (05/05) proposta que transforma o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) em uma política oficial de crédito, com caráter permanente. A proposta foi aprovada na forma de substitutivo apresentado pelo relator, deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA), ao Projeto de Lei 5575/20, do Senado, que tramita em conjunto com o Projeto de Lei 4139/20, também do Senado. O relator recomendou a rejeição do texto principal e de outros seis apensados.

Pronampe II

“O PL 5575/20 discrimina as regras do Pronampe, como taxa de juros, prazo e carência, entre outras, o que gera segurança de oferta de crédito a longo prazo, sob condições preexistentes, para os micro e pequenos empresários terem acesso a financiamento permanente”, ressaltou Joaquim Passarinho.O Pronampe é um programa do governo federal destinado ao desenvolvimento e ao fortalecimento de pequenos negócios. Foi criado como sistema de crédito emergencial durante a pandemia de Covid-19 por meio da Lei 13.999/20. No ano passado, o governo destinou mais de R$ 38 bilhões em três etapas.

CNC debate papel de tecnologia na atividade de serviços

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, participou do 12º Encontro Nacional do Comércio Exterior de Serviços, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Nesta edição, especialistas e empresários debateram o papel da tecnologia na atividade internacional de serviços. Em dez painéis foram apresentados números e dados que mostram a posição do Brasil no cenário global para subsidiar o empresariado na tomada de decisões, além de cenários para a melhoria das exportações.

Papel da tecnologia II

Ao abrir o evento, o presidente da AEB, José Augusto de Castro, ressaltou que a área de serviços representa 70% da composição no PIB nacional e mundial, porém as vendas do Brasil para o exterior representam 0,46% no cenário global. Ele destacou, no entanto, que “serviço é uma economia invisível que sustenta uma economia visível” e que o País tem modelos originais para apresentar ao mundo e aumentar sua capacidade de geração de produtos compráveis por outros países.

Papel da tecnologia III

José Roberto Tadros destacou a necessidade de empenho tecnológico para impulsionar a atividade do comércio exterior. “Ao longo da história, nós acompanhamos a atividade do comércio exterior, que é tão antiga quanto o homem, com as mudanças e evoluções que se processaram e, agora, o momento é a hora digital, que incrementa as relações, de forma rápida, em tempo real, e estimula a redução da burocracia, facilitando a integração comercial entre os povos.”

⏳ Destaques:

Leia: Destaques da Grande Mídia Impressa.
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