Augusto dos Anjos: lembrado para ser esquecido?

Sérgio Botelho - O Para Onde Ir reproduz texto do acadêmico, poeta e escritor Hildeberto Barbosa Filho, que fala sobre um evento especial — o lançamento da nova edição paraibana do Eu e outras poesias, de Augusto dos Anjos — para traçar uma reflexão profunda e dolorosa sobre a cena literária local e a própria … Continue reading Augusto dos Anjos: lembrado para ser esquecido?

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Augusto dos Anjos, na ótica de Hildeberto Barbosa Filho

Augusto dos Anjos, e sua poética inspiradora, segundo Hildeberto Barbosa Filho Sérgio Botelho - Em crônica publicada em A União, do último domingo, 27, e republicado no espaço Letra Lúdica, do Facebook, o acadêmico e poeta Hildeberto Barbosa Filho propõe uma ideia instigante: criar uma antologia não de Augusto dos Anjos, mas do que se … Continue reading Augusto dos Anjos, na ótica de Hildeberto Barbosa Filho

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Os gerânios da carne

Sérgio Botelho – Reproduzo, no Para Onde Ir, o poema "Os gerânios da carne" do poeta, crítico literário e membro da Academia Paraibana de Letras, Hildeberto Barbosa Filho, extraído do livro "Ofertório dos bens naturais" (1998) e publicado por ele neste domingo, 16, no Facebook. "Os gerânios da carne" é um poema que se arrima … Continue reading Os gerânios da carne

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Festa literária: novas obras de Hildeberto Barbosa Filho e antologia de Maria das Neves Franca

Poeta e acadêmico terá noite de autógrafos na Academia Paraibana de Letras com coquetel para o público. No próximo dia 10 de outubro, a Academia Paraibana de Letras (APL) abre suas portas para uma noite de celebração da literatura com o lançamento de três obras, duas delas de autoria do poeta, escritor e crítico literário … Continue reading Festa literária: novas obras de Hildeberto Barbosa Filho e antologia de Maria das Neves Franca

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Ode a Tambaú

Eita Tambaú querida, Quantos sonhos embalaste! E em tua cama de areia Quantos amores ligaste! Ligaste na lua cheia, Com teus sussurros ousados, Transformando amores vãos Em delírios impensados. Delírios com procedência Nesse teu jeitão selvagem, Pois o progresso do entorno Não te viola a paisagem. Paisagem tão venerada, Que até as ondas bravias, Ao … Continue reading Ode a Tambaú

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“seu isidoro”, do livro Brando Fogo das Palavras, por Sérgio de Castro Pinto

Mais um poema do livro Brando Fogo das Palavras, recentemente lançado pelo poeta e acadêmico, Sérgio de Castro Pinto. Seu Isidoro, o eletricista, "atritando-se com a vida" expressa a luta constante e o desgaste, como se o simples ato de viver fosse para ele uma batalha contra a fricção do cotidiano. É um poema que, … Continue reading “seu isidoro”, do livro Brando Fogo das Palavras, por Sérgio de Castro Pinto

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“pelo chão da lua”, por José Leite Guerra

Este poema de José Leite Guerra explora a relação entre o espaço físico e o poético. A metáfora do "chão de lua" é belíssima, evocando um ambiente surreal e prateado, onde a poesia se constrói sem as amarras do cotidiano – representadas pelo "cimento imaginário", "reboco furado" e "rudes parafusos". O poeta parece convidar o … Continue reading “pelo chão da lua”, por José Leite Guerra

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A minha geografia, por Raniery Abrantes

No poema do poeta Raniery Abrantes, "A minha geografia", que o Para Onde Ir reproduz, a força e a essência da cultura sertaneja se revelam com muita intensidade. A metáfora da jurema, uma árvore de forte significado espiritual na cultura nordestina, reforça a conexão profunda com a terra e com a natureza, além de exaltar … Continue reading A minha geografia, por Raniery Abrantes

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Mirtzi

“Qual é o foco?”, por Mirtzi Ribeiro

A escritora e poeta Mirtzi Ribeiro nos oferta o poema "Qual é o foco?" onde faz uma reflexão sobre a importância de manter a serenidade e o equilíbrio na vida cotidiana. Mirtzi oferece uma visão sábia sobre como navegar entre as exigências do dia a dia sem perder de vista a leveza e a intenção … Continue reading “Qual é o foco?”, por Mirtzi Ribeiro

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“A feira”, por Chico Lino

Não há surpresa alguma, em termos de beleza e simplicidade, o novo poema de Chico Lino, publicado no Facebook, que se expressa na saudade do menino, como se ele tentasse capturar o que já se foi, nas telhas que representam o teto que o protege, mas também o aprisiona. O galo, que anuncia a manhã, … Continue reading “A feira”, por Chico Lino

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Entre o crepúsculo e a alma

A mais nova postagem do poeta, escritor e acadêmico Hildeberto Barbosa Filho, no Facebook, da série "Pensamentos Provisórios", revela profunda conexão entre o ser humano e o ambiente que o rodeia, que se revela em um espaço tão simples e ao mesmo tempo tão carregado de significados como um banco de praça. A ideia de … Continue reading Entre o crepúsculo e a alma

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