Importante ponto turístico e cultural de João Pessoa está em recuperação

Prefeitura da capital promove recuperação de importante ponto turístico e cultural de João Pessoa que, em breve, estará pronto como atração

O Centro Cultural Casa da Pólvora, um dos mais importantes equipamentos históricos, culturais e turísticos de João Pessoa, está sendo recuperado e, em breve, vai retornar ao roteiro de eventos da Capital. A construção, vinculada à Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), está recebendo serviços de limpeza, capinação e jardinagem, ações que estão dando uma nova feição para o prédio.

O trabalho de recuperação está sendo realizado numa parceria entre a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) e as Secretarias de Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e de Meio Ambiente (Semam).

“A limpeza e zeladoria da Casa da Pólvora fazem parte de uma ação integrada do governo Cícero Lucena no sentido de garantir cuidados necessários aos nossos equipamentos culturais. Esse espaço estava abandonado, sem projeto e com instalações precárias. Vamos recuperar e, na sequência, começar um plano de ações culturais e artísticas neste equipamento valioso”, comentou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

Localizada na antiga Ladeira de São Francisco, a Casa da Pólvora está temporariamente fechada em razão da pandemia do novo coronavírus. Porém, após a conclusão dos trabalhos, a previsão é de reabertura, seguindo todos os protocolos de saúde e com um novo olhar, evidenciando a importância histórica, turística, cultural e até econômica do conjunto.

“A proposta é retornar com uma exposição de estandartes do Folia de Rua e fotos pitorescas do Carnaval de João Pessoa”, destacou a diretora Ana Maia. “Temos muitas ideias de eventos, mas o principal vai ser um café com o pôr do sol e o resgate da nossa cultura em todos os sentidos, literatura, música, teatro, dança e lazer, fomentando a geração de emprego e renda e interação com a comunidade”, comentou.

História – A Casa da Pólvora foi construída por ordem de carta régia do capitão-mor governador Fernando de Barros e Vasconcelos. A obra, que começou em 10 de agosto de 1704, foi concluída em 1710 na administração do capitão-mor João da Maia de Gama. O prédio foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan) – hoje Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – em 24 de maio de 1938. O monumento, que possui traços seiscentistas, passou por reforma em 2014.

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