Economia, judiciário e política internacional são os temas em destaque nas manchetes dos jornais da grande mídia impressa. “Dólar e percepção de risco sobem e Haddad decide sugerir corte de gasto a Lula”, no Estadão. “Pressão contra restrição a PIS/Cofins chega ao STF”, na Folha. Eleição europeia e juros nos EUA levam dólar à maior cotação em 17 meses”, no O Globo.
Manchetes do dia:
“Dólar e percepção de risco sobem e Haddad decide sugerir corte de gasto a Lula. Medidas incluem a fixação de teto para despesas com benefícios previdenciários, Saúde e Educação; moeda americana vai a R$ 5,35”. Manchete de capa do Estadão.
“Pressão contra restrição a PIS/Cofins chega ao STF. PP vai ao Supremo contra medida para compensar a desoneração da Folha.” Manchete de capa da Folha.
“Eleição europeia e juros nos EUA levam dólar à maior cotação em 17 meses. Incerteza fiscal no Brasil também pesa, e moeda já escalou mais de 10% em 2024.” Manchete de capa do O Globo.
Editoriais do dia:
“Centro resiste a avanço da ultradireita na eleição europeia. Expectativa é continuidade de políticas moderadas, embora radicais tenham ganhado força para influir na pauta.” Editorial do O Globo.
“Não cabe à AGU buscar aval do TSE para atuar na campanha eleitoral. Iniciativa criaria desequilíbrio ao fornecer a candidatos da situação o apoio do braço jurídico do governo.” Editorial do O Globo.
“A ousadia do PT. Petistas se assenhoram da comunicação estatal e confundem interesses partidários com os do Estado.” Editorial do Estadão.
“Cheiro de naftalina. Governo tenta retomar a desastrosa política de conteúdo local para petróleo e gás natural.” Editorial do Estadão.
“Uma Europa mais conservadora. A moderação deve prevalecer, conquanto esquerda e direita façam concessões.” Editorial do Estadão.
“Avanço da ultradireita traz riscos para a UE. Moderação ainda predomina nas eleições para o Parlamento Europeu, mas radicais mostram força; França é país mais afetado.” Editorial da Folha.
“Bruno e Dom, 2 anos. Impunidade estimula violência na Amazônia, que exige políticas contínuas.” Editorial da Folha.
Bolsa de Valores
Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 10, em leve baixa de -0,01%, a 120.760 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,64%, a R$ 5,36.
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