Turismo busca saídas: severos são os protocolos para reaberturas

Sendo um dos setores da economia que mais prejuízos acumularam com a pandemia do coronavírus, o turismo busca saídas. Nessa busca, vale a parceria e o trabalho conjunto do poder público com a iniciativa privada.

Contudo, não adianta a abertura das atrações em geral sem o estabelecimento de protocolos capazes de dar segurança ao público. Aos poucos, os governos estaduais e municipais vêm reabrindo parques, mas com severas restrições.

No que pese a poder de atração que os parques exercem, como ambiente de lazer com viés ambiental, os protocolos impedem o uso do parque para os tradicionais piqueniques, capazes de promover proximidades de indivíduos.

Também a frequência a espaços fechados dos parques, como bibliotecas, salas de atividades e museus porventura existentes também fica proibida. Muitos deles chegam a impedir o uso de bebedouros e banheiros, bem como a presença de vendedores. São protocolos geralmente bem duros.

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Há restrições, nos portões de entrada, para diminuir o número de pessoas, de uma só vez, nos espaços internos. Dessa maneira, para garantir o distanciamento social. Dessa forma, o uso dos parques acaba bem restringido.

Outra medida profilática de proteção contra o coronavírus adotada nos parques é o uso obrigatório da máscara. Porquanto é a máscara, segundo praticamente 100% dos cientistas, uma das principais atitudes contra a Covid-19.

São Paulo

A partir desta segunda-feira, 20, por exemplo, o governo de São Paulo reabre mais 6 parques. Assim, junto com outros 3 já reabertos, somam 9 os parques que voltam a funcionar em São Paulo.

Reabrem, nesta segunda, Horto Florestal, Jequitibá, Jacuí, Biacica e Jardim Helena. Já estavam reabertos, desde 13 de julho, Villa-Lobos, Cândido Portinari, Água Branca e Ecológico do Tietê.

Os protocolos vão desde a proibição de frequência a espaços fechados até a orquidários. A recomendação é do uso restrito a atividades físicas individuais, como corridas, caminhadas e ciclismo.

Assim, o setor de lazer vai tentando se reabrir ao público, mesmo em meio da crise ainda brava do coronavírus. Afinal, é verdade que o turismo busca saídas, e precisa muito delas. Mas, o que pode dar credibilidade a essas iniciativas ainda preliminares é justamente o respeito à ciência e suas recomendações frente à pandemia.

(Sérgio Botêlho)

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