Com tantas máscaras, qual seria a mais indicada contra a Covid-19

Tem tantas máscaras, e mais: Bolsa e dólar; aplicativo contém 567 espécies de anfíbios da Mata Atlântica

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

*ECONOMIA DO TURISMO*, Ano II, Nº 172 de 11.06.2021

 

Com tantas máscaras, qual seria a mais indicada contra a Covid-19

A pandemia de COVID-19 mudou vários hábitos do nosso dia a dia: aumento da frequência de higienização das mãos, isolamento social e, principalmente, uso de máscaras. Esse costume — comum em países asiáticos que já seguem uma etiqueta respiratória — se tornou uma das medidas mais acessíveis no combate à pandemia, mas ainda gera muitas dúvidas em relação ao modelo mais adequado e à forma correta de utilizá-lo.

Tantas máscaras II

Hoje há uma enorme variedade de máscaras disponíveis no mercado — de tecido, cirúrgica, PFF2, de acrílico, de tricô, com/sem válvula —, e é natural que fiquemos confusos sobre qual é a melhor alternativa para se proteger. Com objetivo de esclarecer possíveis dúvidas, o Conexão UFRJ ouviu as pesquisadoras Patrícia Rocco, Fernanda Cruz e Marcella Rocco — integrantes do Laboratório de Investigação Pulmonar (LIP), do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ) —, além de Lisandra Risi, do Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão de Saúde em Emergências e Desastres (Gepesed), da Escola de Enfermagem Anna Nery (Eean/UFRJ).

Tantas máscaras III

Para entender a importância da máscara, também é fundamental compreender a principal forma de transmissão do Sars-CoV-2, responsável pela COVID-19. O vírus, que tem em média 150 nanômetros de tamanho, se espalha principalmente por meio de gotículas e aerossóis expelidos quando falamos, tossimos, espirramos ou mesmo respiramos. Até pouco tempo atrás, a Organização Mundial da Saúde (OMS) hesitava em reconhecer a transmissão aérea, mas seu novo entendimento indica que o vírus pode permanecer suspenso no ar, sobretudo em ambientes fechados ou com pouca ventilação.

APP contém 567 espécies de anfíbios da Mata Atlântica

Dados relevantes de cerca de 90% das espécies de anfíbios da Mata Atlântica agora cabem no bolso do pesquisador. Um grupo de especialistas brasileiros desenvolveu um aplicativo para celular com informações de 567 espécies que habitam o bioma. Entre os especialistas estão Célio Haddad e Cynthia Prado, professores da Unesp no câmpus de Rio Claro e Jaboticabal, respectivamente. 

Anfíbios da Mata Atlântica

A ideia é que a ferramenta possa ser usada por pesquisadores durante atividades em campo e como recurso educacional.Célio explica que o aplicativo é a etapa mais recente de uma iniciativa que começou em 2005 com o lançamento de um CD-ROM que continha sons dos anfíbios e era acompanhado de um livreto com imagens de mais de 150 espécies. Desde então, a ideia já ganhou o formato de um DVD e de um livro, lançado em 2014. Naquele ano, o Guia dos Anfíbios da Mata Atlântica – Diversidade e Biologia ficou em terceiro lugar na categoria Ciências Naturais do prêmio Jabuti, o mais prestigiado da literatura brasileira.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a quinta-feira, 10, em baixa de -0,04%, a 130.076 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,74%, a R$ 5,07.

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