Sérgio Botelho – O Engenho Baixa Verde, erguido em 1883, é um patrimônio arquitetônico singular no município de Serraria que continua a fascinar visitantes. A ExpoTurismo, um evento significativo para o turismo do estado da Paraíba, surge como uma chance excepcional de revelar joias históricas e culturais da região.
VEM AÍ O LIVRO MEMÓRIAS DA CIDADE DE JOÃO PESSOA DA SÉRIE PARAHYBA E SUAS HISTÓRIASFamoso entre viajantes frequentes e profissionais do turismo da Paraíba, o Engenho Baixa Verde cativa incessantemente aqueles que descobrem esse monumento histórico. A ExpoTurismo é, portanto, um palco vital, não só para o público em geral, mas também para operadores e agências de viagem em busca de destinos e narrativas inéditas, servindo de vitrine para atrativos como o engenho.
Fundado por Joaquim Miranda de Melo e Nazinha Espínola, o Engenho Baixa Verde é reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep) e é louvado como um dos exemplares mais preservados da arquitetura colonial rural do Nordeste. O Iphaep salienta que a edificação mantém traços cruciais de seu desenho original, incluindo a casa-grande, a capela, a casa de hóspedes, a senzala e o barracão, além de um terraço e um armazém usados na época para secagem e estocagem de café – produto pelo qual a região era conhecida nacionalmente.
Ademais, o local abriga um engenho com moenda, sala de fermentação e um alambique para produção da Cachaça Vila Real, reforçando seu status como um complexo arquitetônico ricamente preservado no Nordeste.
Assim, uma visita ao Engenho Baixa Verde é uma experiência que transporta o visitante para o passado, realçando a magnificência da era colonial em cada detalhe construtivo, das tradicionais “eiras e beiras” às riquezas artísticas das fachadas. Este artigo será destaque em uma matéria especial na próxima edição do “Para Onde Ir”.
Edição do Para Onde Ir: Sérgio Botêlho
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