CNI alerta governo sobre adesão a acordo sobre compras com a OMC

Tem compras com a OMC, e mais: Bolsa e dólar; licor baiano incrementa festas de São João, no estado, apesar da pandemia

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

*TRANSVERSAIS DO TURISMO*, Ano II, Nº 177 de 16.06.2021

 

CNI alerta governo sobre adesão a acordo sobre compras com a OMC

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que o governo brasileiro precisa ter cautela na negociação para a adesão ao Acordo de Compras Governamentais (ACG) da Organização Mundial do Comércio (OMC). Estudo da confederação, em conjunto com 12 entidades industriais, mostra que, embora possa trazer oportunidades em acesso a mercados, o acordo apresenta também uma série de riscos que precisam ser observados com atenção pelo governo.

Compras com a OMC II

Esses riscos envolvem desde a falta de contrapartida no acesso ao mercado de outros países até a criação de um cenário de competição não isonômica de empresas estrangeiras dentro do próprio Brasil.

Compras com a OMC III

O estudo aponta, por exemplo, que não há clareza sobre os benefícios de acesso a terceiros mercados. Por meio das cláusulas do acordo, nem sempre é possível entender o que está ou não coberto por ele em cada país. Também há inúmeras barreiras regulatórias que não serão removidas pelos países desenvolvidos nesse acordo, o que pode manter, na prática, obstáculos aos exportadores brasileiros. Matéria completa no Portal da CNI.  

Licor baiano incrementa festas de São João, no estado, apesar da pandemia

Chegou o mês de junho e com ele o São João, a maior festa da agricultura familiar. Pela Bahia, a produção e comercialização da bebida junina típica, saborosa e mais querida desta época, o licor, está em pleno vapor, com os mais variados sabores. No Território Sisal, em Monte Santo, a Associação Tapera, vinculada à Cooperativa Regional de Agricultores Familiares e Extrativistas da Economia Popular e Solidária (Coopersabor) tem licores nos sabores jenipapo, umbu, licuri, cajá, amendoim, maracujá do mato, maracujá, abacaxi e maracujá cremoso. 

Licor baiano II

Cleonice Costa, agricultora e uma das produtoras de licor da Associação Tapera, conta que, apesar da pandemia, a expectativa este ano é de aumentar as vendas: “Estamos otimistas. No ano passado, chegamos a produzir 900 litros e, este ano, a gente tá na expectativa de comercializar, aproximadamente, 2 mil litros de licor. Um licor que a gente produz aqui, com frutos nativos da região e, principalmente, da comunidade. Foi essa produção variada que despertou a gente para produzir licor”. Matéria completa na Agência Bahia de Notícias.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 15, em baixa de -0,09%, a 130.091 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,47%, a R$ 5,04.

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