São Paulo e suas Histórias: Banco Central do Brasil na Paulista

O moderno prédio do Banco Central na Paulista é um dos arranha-céus a ocupar o espaço das velhas mansões que compuseram o cenário original da mais famosa via paulistana

Banco Central do Brasil na Paulista
Banco Central do Brasil na Paulista. Crédito da foto: Sérgio Botêlho

Na esquina da Avenida Paulista com a Alameda Ministro Rocha Azevedo, em São Paulo, está situado o prédio do Banco Central do Brasil, versão paulistana, em um estilo mais ou menos parecido com o do prédio do Banco Central em Brasília.

HISTÓRIAS DE SÃO PAULO

Antes da construção do prédio do BC, o que havia naquele espaço era mais um dos casarões que compuseram o cenário original da Avenida Paulista. No caso, pertencente à família do barão do café Herculano de Almeida Prado Corrêa Galvão.

A referida mansão foi, em 1897, a terceira a ser construída na Avenida Paulista, em um terreno de 6 mil metros quadrados. Antes disso, a família residia na Praça da República, Centro Novo de São Paulo, região que abrigava as residências dos aristocratas da época.

Projetado em 1971, o prédio do Banco Central, na Paulista, tem 21 andares e já serviu de marco para movimentos sociais em diversas épocas da vida paulistana. E, ainda, palco para manobras radicais de jovens skatistas, em suas escadarias de frente para a Paulista.

Situado em um dos quarteirões vizinhos ao do Museu de Arte de São Paulo (MASP), e bem próximo ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), a calçada do Banco Central da Avenida Paulista serve também como palco e passagem de manifestantes em função de inúmeros acontecimentos sociais e políticos que ocorrem naquela importante via da capital paulista.

 

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