Observatório do Jornalismo no Semiárido da UFPB lança e-book em live

Grupo Observatório do Jornalismo no Semiárido, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes da UFPB lança “Comunicação no Semiárido Brasileiro”

O grupo de pesquisa “Observatório do Jornalismo no Semiárido”, do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), realiza, nesta sexta-feira (19), às 20h, por meio de live no Instagram (@objorsemiarido), o lançamento do ebook “Comunicação no Semiárido Brasileiro”.

A obra estará disponível gratuitamente, na plataforma digital da Editora Marca da Fantasia. O livro é resultado de três anos de estudos realizados por pesquisadores da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O grupo realizou projetos e práticas de comunicação pensados a partir do paradigma da convivência com o Semiárido.

De acordo com a organizadora da publicação e coordenadora do ‘Objor Semiárido’, a Profa. Sandra Raquew Azevêdo, a publicação também é um testemunho sobre a transformação social que ocorreu nesse território do Brasil.

“Nascemos e vivemos aqui no Semiárido brasileiro. Esse não é apenas um ponto de partida, é o lugar do conhecimento situado, é de onde exercitamos nossa pedagogia da pergunta, numa concepção freireana de pensar. Observamos este lugar a partir de suas entranhas porque somos parte dessa história que nos significou, nos nomeou na geolocalização do país de um modo desigual, propositadamente. Retornar a olhar para esse território brasileiro, enquanto experiência de investigação social, certamente, trouxe muitas provocações e estímulos, pois todos os símbolos e processos vividos são parte de nossa memória social e identitária”, disse a pesquisadora Sandra Raquew.

Divisão

A publicação é dividida em duas partes. A primeira traz capítulos que abordam diferentes experiências que se constituíram no entendimento da comunicação como um direito humano, considerando a convivência com o semiárido enquanto prática fundamental para ressignificação desse território brasileiro e o protagonismo de diferentes atores sociais em processos de comunicação comunitários, participativos e inovadores.

Já a segunda parte inclui o resultado de uma pesquisa realizada pela equipe do ‘Objor semiárido’ que teve como temática a Transposição do Rio São Francisco na imprensa. Desde 2013, o grupo vinha acompanhando a cobertura da mídia sobre a estiagem na região e o debate sobre o deslocamento do rio.

Capítulos do livro

Parte 1

“Juventudes Rurais e Convivência com o Semiárido: digitalização dos processos sociais no semiárido paraibano”, de Alisson Callado (UFRN);

“Observatório do Jornalismo no Semiárido: o discurso da convivência com a seca/semiárido e seu agendamento na imprensa e nas campanhas eleitorais nas Eleições 2014”, escrito por Carlos Alberto Farias de Azevêdo Filho e Sandra Raquew Azevêdo (Dejor/UFPB);

“Representações sociais sobre mulheres rurais no Boletim da Articulação do Semiárido Brasileiro – ASA” das autoras Catarina de Angola Oliveira e Maria Salett Tauk Santos (UFRPE);

“Imaginário e construção histórica nas HQs sobre o semiárido brasileiro”, autor Paulo Floro Costa (UFPB);

“A Educomunicação no contexto das práticas de convivência com o Semiárido: a experiência do projeto Semiárido em Tela”, de autoria de Raquel da Silva Santos (UFPB).

Parte 2

“Transposição do Rio São Francisco: um estudo da agenda-setting do jornal Folha de São Paulo (2017-2018), de Marcelo Augusto Vieira e Sandra Raquew dos Santos Azevêdo”(UFPB);

“Um olhar sobre a Transposição do Rio São Francisco: a agenda midiática do Jornal do Commércio online”, de Maria Tatiana Lima Costa e Maryellen Badãrãu (UFPB);

“Transposição do Rio São Francisco: atributos e enquadramentos no Portal Correio da Paraíba”, do jornalista Anderson Santana.

Da redação do Para Onde Ir com informações da Assessoria da UFPB

Reportagem: Carlos Germano

Edição: Aline Lins

Foto: Divulgação

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