Pobres sofrem mais: classes sociais têm variado impacto da pandemia

Desaceleração global das atividades econômicas resultou em variado impacto sobre as classes sociais; pobres sofrem mais

A pandemia de covid-19 causou desaceleração global das atividades econômicas e, de modo geral, redução nas rendas das famílias, mas seus impactos sobre as diversas classes socioeconômicas têm variado; mas, são os pobres que sofrem mais. Com efeito, no Brasil, quem sofreu e continua sofrendo mais é a população mais pobre, que chega a enfrentar a falta de comida. O episódio 73 do Outra estação, da Rádio UFMG Educativa, aborda os diferentes efeitos da pandemia sobre a população, principalmente as famílias de renda mais baixa. O programa mostra que a distribuição populacional entre as classes foi alterada, segundo alguns estudos. A reportagem fala, também, sobre as medidas necessárias para que as consequências econômicas negativas da pandemia sejam combatidas nos próximos meses e anos.

O Outra estação entrevistou dois economistas: Débora Freire, professora do Departamento de Ciências Econômicas da UFMG e pesquisadora do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Universidade, e Marcelo Neri, diretor da FGV Social, órgão da Fundação Getúlio Vargas. O tema do aumento da insegurança alimentar durante a pandemia foi abordado em conversa com a nutricionista Melissa Araújo, coordenadora da Comissão Permanente de Direito Humano à Alimentação Adequada do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Minas Gerais (Consea-MG). Melissa também é pesquisadora do Grupo de Estudos, Pesquisas e Práticas em Ambiente Alimentar e Saúde, vinculado à UFMG.

Edição do Para Onde Ir: Sérgio Botêlho, com informações da Agência UFMG

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