PIB de 2019, no Brasil, cresceu abaixo de 2017 e 2018

PIB de 2019. Apesar da Reforma da Previdência e de outras medidas específicas em favor da economia, ano passado, o Produto Interno Bruto do Brasil (PIB) cresceu apenas 1,1% em 2019. Dessa forma, ficou abaixo de 1,3% em 2017 e o mesmo em 2018.

Os números foram divulgados nesta quarta-feira, 04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, o PIB totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019. Assim, a renda per capita ficou no mesmo nível de 2018, crescendo apenas 0,3%.

Dos 3 setores da economia, os que mais apresentaram crescimento foram os de Agropecuária e Serviços, com 1,3% cada. Outrossim, o setor industrial cresceu apenas 0,5%, ano passado.

Agropecuária

A variação em volume do Valor Adicionado da Agropecuária no ano de 2019 (1,3%) decorreu do desempenho positivo tanto da agricultura quanto da pecuária, com destaque para o milho (23,6%), algodão (39,8%), laranja (5,6%) e feijão (2,2%).

Indústria

Na Indústria (0,5%), o destaque positivo foi o desempenho da atividade Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que cresceu 1,9% em relação a 2018. Já o destaque negativo foi das Indústrias Extrativas, que sofreram queda de 1,1%.

A Construção cresceu 1,6% no ano, sendo seu primeiro resultado positivo após cinco anos consecutivos de queda. As Indústrias de Transformação, por sua vez, apresentaram estabilidade (0,1%). O resultado foi influenciado, principalmente, pelo crescimento, em volume, do Valor Adicionado da fabricação de produtos de metal, de produtos alimentícios, de bebidas e produtos derivados do petróleo.

Serviços

As atividades que compõem os Serviços e apresentaram variação positiva foram: Informação e comunicação (4,1%), Atividades imobiliárias avançou (2,3%), Comércio (1,8%), Outras atividades de serviços (1,3%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,0%) e Transporte, armazenagem e correio (0,2%). A atividade de Administração, defesa, saúde e educação pública e seguridade social (0,0%) se manteve estagnada no ano.

Com informações do IBGE

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