13 de março de 2013: argentino é eleito e assume como Papa Francisco

Pela primeira vez na história um latino-americano e jesuíta era escolhido para comandar a Igreja e se tornar também o primeiro Papa Francisco

Pela primeira vez na história um latino-americano e jesuíta era escolhido para comandar a Igreja e se tornar também o primeiro Papa Francisco

Em 13 de março de 2013 o mudo era surpreendido com a escolha de um papa argentino para comandar mundialmente a Igreja Católica. Jorge Mario Bergoglio, passava a ser o 266º Papa da Igreja Católica e atual Chefe de Estado da Cidade Estado do Vaticano, sucedendo ao Papa Bento XVI, que abdicou ao papado em 28 de fevereiro de 2013.

É o primeiro papa nascido na América, o primeiro latino-americano, o primeiro pontífice do hemisfério sul, o primeiro papa a utilizar o nome de Francisco, o primeiro pontífice não europeu em mais de 1 200 anos (o último havia sido Gregório III, morto em 741) e também o primeiro papa jesuíta da história. 

Tornou-se arcebispo de Buenos Aires em 28 de fevereiro de 1998 e foi elevado ao cardinalato em 21 de fevereiro de 2001 — véspera da festa da Cátedra de São Pedro — com o título de Cardeal-presbítero de São Roberto Belarmino, pelo Santo Padre São João Paulo II. Foi eleito papa em 13 de março de 2013.

Ao longo de sua vida pública, o Papa Francisco se destacou por sua humildade, ênfase na misericórdia de Deus, visibilidade internacional como papa, preocupação com os pobres e compromisso com o diálogo inter-religioso. 

Ele é diferenciado pela sua abordagem menos formal ao papado do que seus antecessores, por exemplo, escolhendo residir na casa de hóspedes Domus Sanctae Marthae, em vez de nos aposentos papais do Palácio Apostólico usados por papas anteriores. Ele sustenta que a Igreja deve ser mais aberta e acolhedora.

Na diplomacia internacional, ele ajudou a restaurar temporariamente as relações diplomáticas completas entre os Estados Unidos e Cuba e apoiou a causa dos refugiados durante as crises migratórias da Europa e da América Central. 

Desde 2018, ele é um oponente vocal do neo-nacionalismo. Francisco tem enfrentado críticas cada vez mais abertas, particularmente de conservadores teológicos, sobre muitas questões, incluindo a admissão de católicos divorciados e que casaram novamente na Comunhão com a publicação de Amoris laetitia e a questão do suposto encobrimento dos abusos sexuais do clero, contra o qual ele promulgou Vos estis lux mundi.

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