Migrantes brasileiros reveem sonhos; economia mundial sofre forte abalo

Migrantes brasileiros reveem sonhos; economia mundial sofre forte abalo. Esses são destaques econômicos da grande mídia, neste domingo, 03 de maio de 2020.

Migrantes brasileiros reveem sonhos; economia mundial sofre forte abalo. Esses são destaques econômicos da grande mídia, neste domingo, 03 de maio de 2020, na seção DESTAQUES DA MÍDIA NA ECONOMIA, do Para Onde Ir.

🖋 Edição: Sérgio Botêlho

📃 Destaques:

O GLOBO

Ainda que o retorno ao Brasil não seja garantia de boa vida, o coronavírus acabou com o sonho português. Assim, para muitos brasileiros que buscaram redenção econômica naquele país. Por outro lado, a crise provocada pelo coronavírus fez o comércio pela Internet ganhar 4 milhões de clientes. De acordo com matéria do O Globo, essa clientela deve permanecer depois da pandemia. Enquanto isso, o presidente do Itaú Unibanco escreve no jornal carioca sobre a possibilidade de sairmos mais solidários depois da Covid-19.

““O fim do sonho português para muitos brasileiros. Atingidos pela crise provocada pela pandemia, centenas de brasileiros que foram trabalhar em Portugal perderam empregos e a vontade de viver no país. Sem dinheiro para comprar passagens, eles lutam por uma vaga nos voos de repatriamento para o Brasil, chegando a passar dias dormindo no aeroporto de Lisboa”.

““Comércio via internet ganha 4 milhões de clientes. Com as portas fechadas devido ao coronavírus, varejistas brasileiros não tiveram outra alternativa senão reforçar a presença na internet para chegar aos consumidores, que gastaram 30% mais na rede em abril. O comércio eletrônico ganhou 4 milhões de novos clientes, que devem permanecer após a pandemia e acentuar a crise das lojas físicas.”

““Candido Bracher: Sairemos mais solidários. Pessoalmente, quero poder dizer que fui parte de um grupo de pessoas engajadas, que fizeram doações significativas, e líder de uma organização que ajudou afazer a diferença para que crescesse, nesta crise, a oportunidade de um Brasil melhor para todos. *Candido Bracher é presidente do Itaú Unibanco”. 

FOLHA

Enquanto lojistas de SP tentam superar Covid-19, comércio não para de demitir e perder lojas. Por outro lado, a pandemia acelera o empobrecimento do brasileiro. Dessa forma, neste ano, renda no Brasil deve ficar 19% abaixo da média mundial. Apesar de ataques, a China se compromete a expandir as cooperações com o Brasil. Assim falou o embaixador chinês,Yan Wanming, em entrevista à Folha.

“Comércio de rua paulistano faz demissões e perde lojas na pandemia. Do popular Brás à sofisticada Oscar Freire, lojistas tentam superar Covid-19”.

“Painel: Onyx segura dinheiro para ações sociais durante coronavírus; ministério não responde devido à folga do dia do Trabalho. Recursos deveriam ser aplicados em ações de assistência social e em programas de segurança alimentar”. 

“Crise trazida pela pandemia acelera o empobrecimento do brasileiro. Em 2000, renda no Brasil era 9% maior que a média mundial; neste ano, deve ser 19% abaixo da média”. 

“Embaixador {chinês, Yan Wanming, em entrevista à Folha} não deixou de passar recados às autoridades que vêm culpando a China pela disseminação da Covid-19. Afirmou que a China está pronta para trabalhar com o governo brasileiro para “tirar as interferências, diminuir as divergências e expandir as cooperações”. 

ESTADÃO

Apesar de servidores ficarem sem chance de aumentos, o Senado aprovou neste sábado R$ 60 bi para estados e municípios. Entretanto, servidores da Saúde e da Segurança poderão ter salários reajustados. Enquanto isso, a Receita cai e concessões podem ser revistas. A saber, com aval da Advocacia-Geral da União. Ademais, pode ser criada linha de financiamento e liberação de recursos de fundos setoriais, a concessionárias.

““Senado aprova R$ 60 bi para Estados e municípios. O Senado aprovou na noite de ontem projeto que prevê transferência de R$ 60 bilhões da União a Estados e municípios. O texto foi aprovado após líderes do Senado chegarem a um acordo que incluiu o aumento da fatia destinada aos Estados – que ficarão com 60% do total dos recursos – e permite reajustes salariais a servidores da saúde e da segurança.”.

“Receita cai e há risco de revisão de concessões. Com aval da Advocacia-Geral da União, empresas cobram medidas do governo para equilibrar o caixa, afetado pela redução de demanda e aumento da inadimplência causados pela quarentena. Entre as propostas avaliadas estão a criação de uma nova linha de financiamento e a liberação de recursos de fundos setoriais.”.

“Auxílio multiplica valor do Bolsa Família. Benefício de emergência durante pandemia deve durar ao menos três meses; economistas falam em manter aumento após quarentena”.

“Sortear dinheiro vira moda no Instagram. Influenciadores prometem quantias em torno de US$ 5 mil a fãs; tática é nova forma de contas ficarem populares”. 

CORREIO BRAZILIENSE

Embora prevejam novo corte de juros pelo BC, analistas se mostram céticos sobre resultado econômico. Enquanto isso, a Caixa Econômica estabelece horários especiais para pagamento do auxílio emergencial. Dessa forma, nesta segunda-feira, 04, o banco abre a partir das 8 horas.

““Juros: expectativa de novas reduções.Analistas preveem que BC cortará taxa para 2,75%, mas são céticos sobre o impacto econômico”. ”.

“Mutirão da Caixa ajuda 2 milhões. Banco paga o benefício de R$600 em 902 agências abertas ontem em esquema especial. A partir de segunda-feira, atendimento começa duas horas mais cedo, a partir das 8 horas”.

📃 Editoriais do dia:

Decerto, os ventos mudaram bastante para a economia mundial. Dessa forma, a queda, por conta do coronavírus, vem derrubando economias em escala recorde. Assim revela editorial da Folha de São Paulo. Também em editorial, o Estadão prevê desastre maior, para a economia do mundo, do que o provocado pela crise de 2008-2009.

“”Tombo global. Coronavírus derruba economias em escala recorde; emergentes devem sofrer mais.” .” Editorial da Folha.

“”Um vírus derruba os gigantes. Estimada em US$ 87 trilhões em 2019, a economia global está sendo derrubada por seres microscópicos, num desastre pior do que a crise de 2008-2009.” Editorial do Estadão.

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