Destaques da Economia 09.04.2022: Inflação de dois dígitos deve assombrar brasileiros por mais tempo.
“Inflação de dois dígitos deve assombrar brasileiros por mais tempo. IPCA dispara e sobe 1,62% no mês, a maior taxa para o período desde 1994, sob pressão de combustíveis e alimentos. No acumulado de 12 meses, índice chega a 11,3%. Consultorias financeiras aumentam projeções para o indicador em 2022.” *No Correio Braziliense*.
“Inflação tem pior março da era do real. Índice sobe 1,62% e acumula alta de 11,3% em 12 meses pressionando por mega-aumento de combustíveis e por alimentos”. *Na Folha*.
“Inflação tem a maior alta no mês de março desde 1994. Consumidores procuram ofertas e estocam mercadorias. Correção no IR viria por meio de MP. Mudança, que foi promessa de campanha de Bolsonaro, deve ser feito por meio de Medida Provisória.” *No O Globo*.
“Inflação de de março é a maior para o mês desde o Plano Real. IPCA de 1,62% foi puxado por combustíveis e alimentos”. *No Estadão*.
“Leilão de rodovias estaduais da Serra dá largada a novo plano de concessões.” *No Zero Hora*.
“Apertem (ainda mais) os cintos. A inflação subiu e o bife sumiu.”. No Estado de Minas.
Destaques da Economia na Grande Mídia*Editoriais do dia*:
_*FOLHA*_
“Inflação sem trégua. IPCA de março reduz confiança em melhora no ano; mundo teme medidas recessivas”
_*O GLOBO*_.
“Inflação impõe desafio a BCs do mundo todo. A questão crucial diante de todas as autoridades monetárias agora é se deixamos o mundo da inflação baixa — em que os preços mantêm capacidade de autocorreção ao longo do tempo — para entrar noutro de expectativas elevadas, com a nefasta retroalimentação da espiral de salários e preços.”
*ESTADÃO*_
“Inflação recorde e o custo da incerteza. Contra a disparada dos preços, que em março atingiu o maior índice desde 1994, resta subir os juros, o que tornará muito ruim a herança deixada para o próximo governo”
“A segurança vem do campo. Safra de grãos deve crescer, apesar da estiagem, e garantir a receita de dólares necessária à segurança do setor externo.”
Bolsa de Valores
Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 08, em queda de -0,45% a 118.322 pontos. O dólar terminou o dia em baixa de -0,61%, a R$ 4,71.
Destaques:
Leia: Destaques da Grande Mídia Impressa.
Notícias sobre Turismo
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