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02 de junho: Dia da Prostituta (data internacional)

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O Dia internacional da Prostituta lembra a discriminação das prostitutas, as suas condições precárias de vida e de trabalho e a sua exploração

O Dia internacional da Prostituta é uma data comemorativa, que lembra a discriminação das prostitutas, as suas condições precárias de vida e de trabalho e a sua exploração. O ponto de partida para esse dia comemorativo foi o dia 2 de junho de 1975, no qual mais de 100 prostitutas ocuparam a Igreja Saint-Nizier em Lyon, a fim de chamar a atenção para a sua situação.

A ocupação da igreja foi transmitida por todos os meios de comunicação, no país e no exterior, inclusive no Brasil. As mulheres exigiam que o seu trabalho fosse considerado “tão útil à França como outro qualquer”. Outras 200 prostitutas percorreram as ruas de carro distribuindo folhetos, com denúncias de que eram “vítimas de perseguição policial”, o que as impedia de trabalhar. Uma carta foi enviada ao presidente Giscard d’Estaing.

O Dia da Prostituta é celebrado anualmente desde 1976 no dia 2 de junho.

O movimento se ampliou para outras cidades francesas, como Marselha, Montpellier, Grenoble e Paris, onde colegas também entraram em greve.  No dia 10 de junho, às 5 horas da manhã, as mulheres da igreja de Saint-Nizier foram brutalmente expulsas pela polícia.

Aqui no Brasil a prostituição é reconhecida como uma das 600 ocupações profissionais desde 2002. Contudo, ser proprietário ou gerente de local onde se pratica o sexo comercial é crime. O Estado desenvolve políticas públicas de apoio, em especial, na área de saúde. E, desde 1987, a rede brasileira de prostitutas reúne 30 organizações de classe. No teatro, na literatura, música e cinema, elas têm papel de destaque. Jorge Amado escreveu sobre seus dramas e alegrias e Chico Buarque, sem dúvida, cantou todos os estilos.

Dentro do contexto bíblico, Madalena representou a mulher vista como ‘pecadora’, a história de Madalena já instigou muitos livros e filmes, visto que há um mistério que permeia sua vida. Já “Lilith”, sendo mito cultural ou não, foi denominada a primeira mulher de Adão e representa um exemplo clássico da mulher livre, lascívia e subversiva. Agora, mudando de livro sagrado, dentro da filosofia de Thelema, cuja doutrina baseia-se no “Fazes o que tu queres, há de ser o todo da Lei”, o título da mulher fatal fica pra “Babalon”. De fato, a grande puta da Babilônia, representa a liberdade sexual, impetuosidade e poder.

FONTES:

https://observatoriog.bol.uol.com.br/noticias/dia-internacional-da-prostituta-confira-a-historia-desta-profissao-milenaria

https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Prostituta

https://radios.ebc.com.br/momento-tres/edicao/2014-05/hoje-e-o-dia-internacional-da-prostituta

Por Sérgio Botêlho, na edição dos Destaques do Dia do Para Onde Ir

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