A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) assumiu o primeiro lugar no ranking nacional de registro de patentes. Em segundo lugar, está a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Ambas passaram a Unicamp, líder nacional em registro de patentes. Agora, a universidade paulista aparece em 5º lugar, atrás da UFPB, UFCG, UFMG e Petrobras. Se bem que todas elas são instituições públicas ou estatais.
Múltiplos campi
Criada em 02 de dezembro de 1955, a Universidade da Paraíba reuniu algumas escolas superiores, no estado. Desse modo, em sentido diverso de outras instituições de ensino superior públicas, a nova universidade cresceu na direção da multiplicidade de campi. Assim, passou a abranger escolas superiores em João Pessoa e Campina Grande.
Ao passo que ia crescendo, a Universidade da Paraíba seguiu consolidando essa estrutura multi-campi. Dessa forma, na esteira da federalização, a UFPB chegou a ser composta por sete campi. A saber, os de João Pessoa, Campina Grande, Areia, Bananeiras, Patos, Sousa e Cajazeiras.
Pesquisa
O processo de expansão da UFPB fez com que a instituição seja hoje a que maior número de vagas oferece no Norte e Nordeste do país. Enquanto isso, foi se fortalecendo na universidade paraibana a dedicação à pesquisa científica. De tal forma que acabou multiplicado o número de laboratórios, nos mais diversos ramos da ciência.
Portanto, hoje a UFPB tem um programa que incentiva a busca por patentes, resultando na classificação agora obtida em ranking nacional. Mas, primordialmente, investindo em pesquisas que tenham realmente a ver com as necessidades do estado e da região. Um exemplo é o Polo de Tecnologia, que trabalha na criação de empregos.
Ensino e extensão
Contudo, o investimento em pesquisa em nenhum momento descuidou do ensino de graduação e da extensão. Afinal, são todos esses aspectos, ensino, pesquisa e extensão, que caraterizam as insituições universitárias, no Brasil e no mundo.
Saiba mais sobre o tema em na edição desta sexta-feira, 29, do jornal Valor Econômico.
(Sérgio Botêlho)

