Produção audiovisual de João Pessoa ganha asas pela Lei Aldir Blanc

50 projetos do audiovisual de João Pessoa, contemplados na Lei Aldir Blanc, estão sendo concretizados, revelando a importância da norma legal

50 projetos do audiovisual de João Pessoa, contemplados na Lei Aldir Blanc, estão sendo concretizados, revelando a importância da norma legal

A Fundação Cultural de João Pessoa está firmando parceria com o Polo de Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais, que fica no município de Cataguases, para fomentar a produção audiovisual local, mas enquanto os próximos passos são acertados, a produção não para. Os 50 projetos audiovisuais contemplados pela Lei Aldir Blanc estão sendo concretizados, enriquecendo a produção deste setor e contribuindo para que o trabalho tenha seguimento.

“Essas produções mostram o valor que tem a Lei Aldir Blanc para cobrir esse momento da pandemia da covid-19, mas, sobretudo, para revelar a intensidade e o valor do nosso audiovisual. Nós temos grandes potencialidades nessa área e a Funjope está atenta, com um olhar sensível a esses produtores. Vamos trabalhar para que todos tenham as melhores condições para realizar suas produções mesmo durante o processo da pandemia”, ressaltou o diretor-presidente da Funjope, Marcus Alves.

O documentário Encontro de Batuques da Paraíba, que tem à frente a arte-educadora e produtora cultural Ângela Gaeta, é um dos projetos audiovisuais em fase de finalização e, em breve, será exibido pela plataforma Youtube. O lançamento do projeto está previsto para o próximo mês.

“Estamos bem felizes, porque está sendo possível, através da Lei Aldir Blanc, fazer a produção de um material que trata da cultura paraibana e terá duração entre dez e 15 minutos”, disse. O evento é uma realização do ponto de cultura Maracastelo e será distribuído entre grupos de cultura popular para que eles façam a divulgação do próprio trabalho registrado nas imagens.

Mas iniciativas

Entre as demais produções, estão iniciativas como ‘Pelas ruas históricas da cidade’, de Otacílio Lima Filho; ‘Moã – Mostra de Cinema Negro e Indígena’, produzido pela Associação Cultural e Recreativa Anjo Azul; a webserie ‘(A) Normalidade, com episódios transmitidos pelas plataformas Youtube e Instagram; ‘Cinema Retalho’, de Lucas Firmino da Silva.

Na lista, estão também ‘Aqueles que estamos esquecendo’, de Reginaldo Barboza de Lima; ‘180 – Histórias de Ferminicídios na Paraíba’, de Ana Isaura Dinniz; ‘Siri na lata’, de Gulherme Schmitt; Penha, da Cabradabra Produção de Filmes Ltda.; Brincando na Roda dos Saberes’, de Djavan Antério de Lucena Santos; ‘Pisada Portal – A Paraíba na música de Cátia de França’, da Carambola Produções Artísticas, entre outros.

Texto: Lucilene Meireles

Edição: Neide Donato

Da redação do Para Onde Ir com informações da Secom-JP

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