Na base do ‘eu tenho saudade de” ou “não tenho saudade de”, como planejar o “esse ano eu pretendo”?

Planejar a vida na base do “esse ano eu pretendo” é fundamental para que se tenha o mínimo de controle sobre sobre o futuro. Convém fazer isso com base em tópicos do tipo “tenho saudade de” e “não tenho saudade de”.

Todo começo do ano a gente exercita desejos de mudança que começam com o esse ano eu pretendo… O mais comum é a gente pretender melhorar a saúde e ganhar dinheiro. Acho que não há duas variáveis pessoais mais interessantes, entra ano e sai ano, do que essas duas quando o assunto é ano novo.

Pensar o futuro é exercício que exige muita reflexão, mas, também que traz muito prazer. Principalmente porque, ao pensar o futuro, e pensar as prioridades da mudança, a gente se envolve de tal forma que passa a viver as quimeras como se já realizadas estivessem. E isso é motivo de contentamento.

Na construção desse futuro mudancista, convém pensar no que deu e no que não deu certo, anteriormente. Talvez seja melhor escrever dois tópicos e alinhar o que a gente fez nos últimos tempos. Dois tópicos tipo “tenho saudade de” e “não tenho saudade de”. Simples, assim. Aí, é só ir relacionando os fatos passados em um ou em outro item.

A vida, afinal, ela não deve simplesmente ser levada ao livre sabor dos acontecimentos. Planejamento, embora grande parte das coisas aí relacionadas não chegue a ser concretizado, é de fundamental importância para que haja o mínimo de controle sobre nossas próprias ações, em busca da felicidade.

Refazer o planejamento, constantemente, ao longo do ano, é outro fator imperativo, afinal de contas, a realidade acaba atuando de forma decisiva sobre a manutenção ou a permanência dos planos que fazemos logo no início de cada um dos períodos de 365 dias, avante, no calendário.

 

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