MANCHETES E EDITORIAIS DE 30.04.2024 

Judiciário, saúde, economia e governo são os destaques das manchetes dos jornais da grande mídia impressa nesta terça-feira, 30. “Maioria do Supremo omite audiências e agendas com políticos”, no Estadão. “Epidemia de dengue já atinge todos os bairros de São Paulo”, na Folha. “Dívida do Rio abre embate público entre Castro e Fazenda”, no O Globo.

Manchetes do dia:

“Maioria do Supremo omite audiências e agendas com políticos. Apenas 4 ministros expõem compromissos com frequência; Corte diz não ser obrigada a informar”. Manchete de capa do Estadão.

“Epidemia de dengue já atinge todos os bairros de São Paulo. Nos 96 distritos da capital, casos passam de 300 por 100 mil habitantes; cidade soma 220.029 registros no ano.” Manchete de capa da Folha.

“Dívida do Rio abre embate público entre Castro e Fazenda. Secretário do Tesouro culpa ‘decisões locais’ por crise financeira. Governador rebate ‘bobagem sem tamanho’.” Manchete de capa do O Globo.

Editoriais do dia:

“Renegociação de dívidas requer administração austera nos estados. Rio de Janeiro recorreu ao Supremo para rever pagamento de dívida que considera impossível de saldar.” Editorial do O Globo.

“Primeiro trimestre não autoriza relaxamento fiscal. Resultado primário, mesmo positivo, ficou aquém do registrado em 2023, e as perspectivas são desafiadoras.” Editorial do O Globo.

“As contradições de um governo gastador. Com que autoridade o governo se sente à vontade para cobrar alguma austeridade fiscal do Congresso?.” Editorial do Estadão.

“O Brasil no ‘Eixo da Revolta’. A deplorável aliança com Irã, China e Coreia do Norte só é explicável pela megalomania de Lula.” Editorial do Estadão.

“Mais barulho no setor elétrico. Acusação de aparelhamento político em entidades de controle é a nova crise na energia.” Editorial do Estadão.

“Lula e Congresso são sócios do rombo fiscal. Parlamentares precisam responder por gastos que criam, mas governo ampliou déficit para o qual não bastará mais receita.” Editorial da Folha.

“Calorias nocivas. Alto consumo de ultraprocessados em estrato de baixa renda exige mais educação.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 29, em alta de 0,65%, a 127.352 pontos. O dólar terminou o dia em queda de -0,02%, a R$ 5,12.


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