MANCHETES E EDITORIAIS DE 16.04.2024 

Proposta do governo para a economia é o tema das manchetes dos jornais da grande mídia impressa nesta terça-feira, 16. “Governo reduz meta fiscal e adia ajuste das contas públicas”, no Estadão. “Governo Lula deixa o ajuste fiscal para próximo presidente”, na Folha. “Governo afrouxa metas fiscais até o final do mandato de Lula”, no O Globo.

Manchetes do dia:

“Governo reduz meta fiscal e adia ajuste das contas públicas. Previsão de superávit fica para último ano do mandato de Lula”. Manchete de capa do Estadão.

“Governo Lula deixa o ajuste fiscal para próximo presidente. Promessa para 2026, superávit de 1% do PIB é adiado para 2028; mínimo será de R$ 1.502 em 2025.” Manchete de capa da Folha.

“Governo afrouxa metas fiscais até o final do mandato de Lula. Proposta enviada ao Congresso reduz projeções do arcabouço para 2025 e 2026.” Manchete de capa do O Globo.

Editoriais do dia:

“Nova realidade do mercado de petróleo exerce maior pressão sobre Petrobras. Diante da crise no Oriente Médio, será mais difícil para a estatal segurar artificialmente preço dos combustíveis.” Editorial do O Globo.

“Itamaraty reagiu a ataque do Irã de modo vergonhoso. Nota emitida na noite do ataque destoa da posição esperada diante da escalada do conflito no Oriente Médio.” Editorial do O Globo.

“Era uma vez o arcabouço fiscal. Mecanismo é desmoralizado por iniciativas do próprio governo e do Congresso, ampliando o descrédito.” Editorial do Estadão.

“Óbvio conflito de interesses. Escritório do ministro da CGU advoga para a Odebrecht na revisão de acordo de leniência.” Editorial do Estadão.

“Uma jogada de risco do Irã. Ataque a Israel expôs vulnerabilidades que podem ser exploradas em prol da estabilidade regional.” Editorial do Estadão.

“Resposta de Israel deve definir rumos da guerra. Comedimento na retaliação ao ataque do Irã, como aconselhado pelos EUA, pode evitar escalada do confronto; posição do Brasil por ora é tíbia.” Editorial da Folha.

“Educação sem obras. Projetos para novas escolas e creches, a maior parte de gestões petistas, têm atraso vexatório.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 15, em baixa de -0,49%, a 125.334 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 1,23%, a R$ 5,18.


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