MANCHETES E EDITORIAIS DE 12.06.2024 

Economia, governo e parlamento são os destaques das manchetes dos jornais da grande mídia impressa, nesta quarta-feira, 12. “Em revés para Haddad, Pacheco rejeita medida que alterava PIS/Cofins”, no Estadão. “Congresso recusa restrição a PIS em derrota de Haddad”, na Folha. “Em derrota do governo, Pacheco barra MP criticada por empresas”, no O Globo.

Manchetes do dia:

“Em revés para Haddad, Pacheco rejeita medida que alterava PIS/Cofins. Senador atende setor produtivo e devolve parte de MP que limitava uso de créditos gerados por tributação”. Manchete de capa do Estadão.

“Congresso recusa restrição a PIS em derrota de Haddad. Decisão tem aplauso de Lula, diz Jacques Wagner; ministro afirma não haver plano B.” Manchete de capa da Folha.

“Em derrota do governo, Pacheco barra MP criticada por empresas. Foi só a 7ª vez que uma medida provisória é devolvida em 40 anos. Mudança em regras do PIS/Cofins gerou reação do setor produtivo. Haddad estuda alternativa.” Manchete de capa do O Globo.

Editoriais do dia:

“Senado deve rejeitar relatório sobre reforma do ensino médio. Já passaram sete anos desde a promulgação das mudanças. Não dá mais para adiar implementação.” Editorial do O Globo.

“Anulação de leilão de arroz não encerra o caso. É necessário investigar as suspeitas de irregularidade que levaram governo a cancelar o certame.” Editorial do O Globo.

“Os 12 trabalhos de Haddad. Ministro tem de convencer Lula sobre a importância de medidas para desindexar despesas do Orçamento.” Editorial do Estadão.

“Pragmatismo como arma. Tomás Paiva defende parceria com chineses e mostra que para isso não é preciso confrontar o Ocidente.” Editorial do Estadão.

“A hora da verdade para Bibi. A margem do premiê israelense para decidir entre extremismo e moderação está se fechando.” Editorial do Estadão.

“Câmara quer esterilizar delação premiada. Instrumento pode ser aperfeiçoado, mas projeto de lei gera prejuízos tanto para investigados como para investigadores.” Editorial da Folha.

“Hora de encerrar a greve. Professores e técnicos das universidades federais estão parados por tempo demais.” Editorial da Folha.

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 11, em alta de 0,73%, a 121.635 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,06%, a R$ 5,36.


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