Economia é tema único nas manchetes dos jornais da grande mídia impressa, nesta quarta-feira, 01. “Mercado de trabalho aquecido eleva pressão sobre Copom”, no Estadão. “Senadores prorrogam Perse; custo é de R$ 15 bi”, na Folha. “Programa para setor de eventos é aprovado e custará R$ 15 bi”, no O Globo.
Manchetes do dia:
“Mercado de trabalho aquecido eleva pressão sobre Copom. Para analistas, quadro favorece o consumo e influi na inflação”. Manchete de capa do Estadão.
“Senadores prorrogam Perse; custo é de R$ 15 bi. Texto que prevê benefício fiscal a setor de eventos vai à sanção de Lula.” Manchete de capa da Folha.
“Programa para setor de eventos é aprovado e custará R$ 15 bi. Governo negocia e mantém limite à medida, que vai vigorar até 2026.” Manchete de capa do O Globo.
Editoriais do dia:
“Ao protelar PL das Redes Sociais, Congresso mantém atraso no Brasil. Enquanto europeus já sanam a opacidade da moderação de conteúdo, por aqui ainda prevalece o vale-tudo.” Editorial do O Globo.
“Profusão de exceções distorce reforma tributária. Congresso deve evitar novos casos especiais, que elevam a alíquota-padrão para todos os demais.” Editorial do O Globo.
“O agro não precisa de Bolsonaro. A atuação política do setor é legítima, mas a partidarização é nociva, tanto mais se atrelada ao ex-presidente.” Editorial do Estadão.
“A última do sr. Juscelino. A paciência dos que prezam pela decência no exercício do múnus público já se esgotou há muito tempo.” Editorial do Estadão.
“O avanço da dengue. Doença atinge todos os distritos de São Paulo em sinal de falha no combate, mais uma vez.” Editorial do Estadão.
“Lula deve selecionar atritos e buscar centro. Derrubada de vetos presidenciais mostra que governo não consegue impor sua agenda a um Congresso de orientação diversa.” Editorial da Folha.
“África do Sul em transição. Perda de força do CNA faz parte do jogo democrático, mas extremismo é temerário.” Editorial da Folha.
Bolsa de Valores
Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira, 29, em forte queda de -1,12%, a 125.924 pontos. O dólar terminou o dia em expressiva alta de 1,51%, a R$ 5,19.

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