Pandemia derruba taxa de empreendedorismo brasileiro

Tem empreendedorismo brasileiro e mais: Bolsa e dólar; 𝒇𝒖𝒏𝒈𝒐 𝒏𝒂𝒕𝒊𝒗𝒐 𝒅𝒐 𝑪𝒆𝒓𝒓𝒂𝒅𝒐 𝒑𝒐𝒅𝒆 𝒂𝒋𝒖𝒅𝒂𝒓 𝒔𝒆𝒕𝒐𝒓 𝒔𝒖𝒄𝒓𝒐𝒆𝒏𝒆𝒓𝒈é𝒕𝒊𝒄𝒐

🖋 Edição: _Sérgio Botêlho_

*ECONOMIA DO TURISMO*, Ano II, Nº 180 de 19.06.2021

 

Pandemia derruba taxa de empreendedorismo brasileiro

Em 2020, a taxa de empreendedorismo total no Brasil atingiu o menor patamar dos últimos oito anos e caiu para 31,6%, o que representa uma redução de 18,33% quando comparada com a taxa de 2019, que foi de 38,7%. As informações constam no relatório da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2020, realizada no Brasil pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBPQ). Com esse resultado, o Brasil caiu do 4º lugar em taxa total de empreendedorismo no mundo para o 7o lugar.

Empreendedorismo brasileiro II

A taxa de empreendedorismo total é a proporção da população adulta que está ocupada como empreendedor inicial, aqueles com até 3,5 anos de operação, e/ou dos empreendedores estabelecidos, com mais de 3,5 anos de operação. Apesar da taxa de empreendedorismo inicial ter apresentado um ligeiro aumento, passando de 23,3% para 23,4%, e atingido a maior taxa histórica da série, que é feita desde 2002, a forte redução na quantidade de empreendedores estabelecidos derrubou a taxa total, ao passar de 16,2% para 8,7%, uma redução de quase 50%. O número de empreendedores estabelecidos ficou abaixo do registrado em 2004.

Empreendedorismo brasileiro III

“A taxa total de empreendedorismo no Brasil sofreu uma redução nunca vista antes. A pandemia do coronavírus veio e derrubou o mercado todo, em especial os mais antigos. Por outro lado, por causa do desemprego, entrou muita gente nova e inexperiente que tenta sobreviver, por meio de um pequeno negócio. O mundo inteiro sentiu esse impacto, mas, no Brasil, os efeitos sobre o empreendedorismo foram mais fortes ainda”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles. Matéria completa na Agência Sebrae.

Fungo nativo do Cerrado pode ajudar setor sucroenergético

Um fungo nativo e abundante que vive no solo do Cerrado brasileiro decompondo restos de plantas apodrecidas pode ajudar o setor sucroenergético a se tornar mais competitivo na produção do etanol de segunda geração. Pesquisadores do Departamento de Engenharia e Tecnologia de Alimentos da Unicamp isolaram e sequenciaram geneticamente uma nova cepa, o Acremonium strictum. O microrganismo apresentou importante capacidade para degradar materiais ricos em carboidratos, como a palha de milho, o bagaço de cana-de-açúcar e até restos de podas de árvores.

Setor sucroenergético II

Um dos grandes desafios da produção do etanol 2G está na redução das etapas de tratamento da biomassa que demandam altos custos. Atualmente, grande parte das enzimas usadas nesse coquetel são importadas. A levedura Saccharomyces cerevisiae, aplicada na fase de fermentação, não consegue metabolizar carboidratos complexoscomo a celulose e a hemicelulose. Com isso, é necessário incluir duas etapas prévias: pré-tratamento e hidrólise enzimática. As chamadas celulases têm como função romper ligações convertendo açúcares de cadeia longa em glicose que depois é transformada em etanol. Enquanto o pré-tratamento tem como principal objetivo tornar os açúcares complexos presentes no bagaço da cana-de-açúcar (e outros resíduos agroflorestais) disponíveis ao processo de hidrólise enzimática. Matéria completa na Agência Unicamp 

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 18, em alta de 0,27%, a 128.405 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 0,96%, a R$ 5,07.

⏳ Destaques:

Leia: Destaques da Grande Mídia Impressa.
Notícias sobre Economia do Turismo

Discover more from Parahyba e Suas Histórias

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Comente