Destaques da Economia de 14.05.2022

Mercado não repercute anúncio de privatização da Petrobras e troca de ministro. Inflação de serviços deve ter maior alta desde 2015, impondo desafio para BC. Esses são os Destaques da Economia de 14.05.2022

“Mercado não repercute anúncio de privatização da Petrobras e troca de ministro. Falta de reação difere das intervenções diretas na Petrobras quando Bolsonaro derrubou presidentes da estatal. Governo vai ao STF contra política do ICMS nos estados sobre diesel. Pedido foi protocolado nesta quinta-feira (13/5) pela AGU junto ao STF para suspender o convênio do Confaz que definiu as alíquotas que cada estado cobra sobre o diesel.” *No Correio Braziliense*.

“Inflação de serviços deve ter maior alta desde 2015, impondo desafio para BC. Reabertura da atividade em ambiente de custos mais altos e retomada do emprego influenciaram. SP tem boom de pequenos imóveis em áreas nobres. Cidade ganhou 250 mil apartamentos com esse perfil em seis anos. Bancadas de SP e MG se articulam para aliviar reajustes de energia. Governo e aliados tentam saída antes que Aneel divulgue índices de aumento. Vulnerável à cautela por inflação e juros, bitcoin perde metade do valor. Criptomoeda opera nos menores níveis desde janeiro de 2021, abaixo de US$ 30 mil“. *No Estadão*.

“Mendonça dá vitória a governo sobre estados em ICMS do diesel. Alta dos combustíveis vem pressionando inflação em ano eleitoral; efeito sobre preços depende ainda de alíquota. Mercado não vê chance de privatização da Petrobras neste mandato. Estudo sobre venda da empresa foi solicitado nesta quinta (12) pelo MME. *Na Folha*.

“Bolsonaro vai ao STF e tem vitória sobre estados na taxação do diesel. ICMS deverá ter alíquota única. Novo ministro avalia prazo maior para reajustes da Petrobras. Aposta do governo para baixar preços dos combustíveis, parecer do Cade pode levar anos. A tese da equipe econômica ainda depende que o órgão regulador chegue à conclusão de que a Petrobras exerceu abuso de poder econômico*No O Globo*.

AGU pede que STF derrube decisão do Confaz sobre ICMS do diesel. União diz que regra atual gera “forte assimetria” do imposto e “enseja problemas que vão muito além da integridade do federalismo fiscal brasileiro”.” *No Valor Econômico*.

“Associação de caminhoneiros convoca categoria para discutir nova paralisação nacional. Críticas ao preço do combustível têm crescido nas redes sociais. Entidade afirma que classe também é contra a privatização da Petrobras.” *No Zero Hora*.

“Governo vai ao STF para conseguir redução de ICMS no diesel. Após manobras, estados conseguem manter arrecadação do imposto.” *No A Tarde*.

“Suape abre caminho para viabilizar a Tansertaneja. O processo para viabilizar a Tanseretaneja, ferrovia que ligará o interior do Piauí a Suape, entra em uma nova etapa. Renda do trabalhador cai R$ 200 nos últimos três anos, aponta IBGE”. No Diário de Pernambuco*.

“Bolsonaro x inflação: ‘picanha no Brasil está metade do preço do Canadá’. Segundo o presidente Bolsonaro, o custo de vida no Brasil, apesar da alta da inflação, foi um dos que ‘menos subiu’”. No Estado de Minas.

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*Editoriais do dia*:

_*FOLHA*_

“Jabuti energético. Causa estranheza a insistência de parlamentares em financiar rede de gasodutos”

_*O GLOBO*_. 

“Govenro Bolsonaro fracassou na reforma tributária. Tentativa de mudar Imposto de Renda é perda de tempo. Se aprovada, seria pior para o país.

*ESTADÃO*_

“Caixas-pretas econômicas. Lula e Bolsonaro se recusam a discutir seus planos de política econômica. O pior não é que não os tenham, mas que sejam os mesmos que provocaram e aprofundaram a crise”

“Alta rotatividade. Depois de trocar duas vezes de presidente da Petrobras, Bolsonaro demite o ministro de Minas e Energia, tudo para encontrar quem obrigue a estatal a dobrar-se a seus desejos.” 

“Um governo que alimenta conflitos. Sem entender a complexidade do sistema tributário, Bolsonaro beneficia alguns setores da economia, mas prejudica outros.”

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira, 13, em alta de 1,17%, a 106.924 pontos. O dólar terminou o dia em queda de -1,63%, a R$ 5,05.

Destaques:

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