Destaques da Economia 15.03.2022

Destaques da Economia 15.03.2022: Relatório do Ibama mostra que 5 mil infrações ambientais podem prescrever

“Preço médio da gasolina chega a R$ 7,47 após mega-aumento da Petrobras, diz ValeCard. Gigante do álcool e açúcar diz que gasolina pode ficar ainda mais cara. CEO da Raízen afirma que aumento da Petrobras foi necessário para evitar escassez de combustíveis no Brasil. Economia da Ucrânia afunda e segurança alimentar mundial corre perigo, alerta FMI. Rússia diz que está sendo forçada a calote; títulos vencem nesta quarta. Para Ministério das Finanças russo, sanções de países ocidentais podem gerar ‘default artificial.*Na Folha*.

“Relatório do Ibama mostra que 5 mil infrações ambientais podem prescrever. Decreto editado em 2019 pelo presidente Bolsonaro atrasou a aplicação de sanções. Norma já foi questionada no STF em duas ações, mas ainda não houve decisão. Equipe de Guedes só aceita reduzir imposto sobre a gasolina caso preço do petróleo suba mais. Barril da commodity chegou a ultrapassar US$ 130, mas cedeu, e agora é cotado ao redor de US$ 105. Petrobras tem lucro três vezes maior que seus concorrentes, diz Pacheco, que cobra ‘função social’ da estatal. Presidente do Senado afirmou que lucro da empresa não pode acontecer ‘sob o sacrifício da população’*No O Globo*.

Análise: ‘Bolsonaro joga gasolina na fogueira e atropela Guedes ao defender zerar tributo sobre o combustível’. ‘Presidente deixou claro que vai passar por cima da orientação da equipe econômica de não bancar uma desoneração indiscriminada’, escreve Adriana Fernandes. Pacheco diz que Petrobras tem ‘função social’ e precisa ajudar a reduzir preços. Mourão diz que presidente da Petrobras aguenta pressão e critica intervenção. Com inflação alta, parte dos economistas já prevê taxa de juros em dois dígitos até 2024.” *No Estadão*.

“Guedes admite subsídio para o diesel apenas em estado de calamidade. Mourão diz que presidente da Petrobras “aguenta a pressão”. Corridas da Uber ficam 6.5% mais caras a partir desta semana. Sindicombustíveis: empresários aguardam Confaz para reduzir preços. *No Correio Braziliense*.

Guerra joga mais incerteza sobre fusões e aquisições. Investidores russos que prospectam negócios no país também podem ter de rever suas estratégias. Ibovespa fecha em queda com guerra, lockdown na China e incertezas locais. Mercados azedaram: Veja o que está no radar dos investidores e por que a bolsa caiu. Dólar se aproxima de R$ 5,12 em meio a tensões por guerra e expectativa por BCs.” *No Valor Econômico*.

“Gás de cozinha chega a R$ 135 em Porto Alegre depois de reajuste pela Petrobras. Com telentrega inclusa, o menor valor é de R$ 115, mas há desconto de R$ 5 se o cliente buscar na revenda.” *No Zero Hora*.

“Guerra vai encarecer biscoitos, pães e macarrão, diz Associação. Brasil produz menos da metade do trigo consumido.” *No A Tarde*.

“Petrobras já reinjetou em reservatórios 35 milhões de toneladas de CO2”. No Diário de Pernambuco*.

“Após reunião com distribuidoras, tanqueiros decidem manter atividades em MG. As companhias assumiram o compromisso de reajustar o valor do frete nos mesmos percentuais do aumento do diesel”. No Estado de Minas.

Destaques da Economia na Grande Mídia

*Editoriais do dia*:

_*FOLHA*_

“Pandemia, 2. Status global da Covid completa segundo ano entre ensaios de volta à normalidade”

“Plano infértil. Programas para a indústria de fertilizantes se repetem sem sucesso há décadas.”

_*O GLOBO*_. 

Regularização fundiária em favelas é bem-vinda, mas só titulação não basta Legalização precisa vir acompanhada de maior presença do Estado em áreas tomadas por organizações criminosas A regularização fundiária de imóveis em favelas é promessa recorrente de políticos das mais diversas colorações partidárias. A despeito disso, tem avançado pouco ao longo das últimas décadas.

*ESTADÃO*_

“Um legado sinistro para o novo governo. Preços disparados, juros altos e baixo crescimento podem durar pelo menos até o meio do próximo mandato presidencial”

*VALOR ECONÔMICO*_

“Custo da energia seguirá alto, apesar da melhora hídrica. A contratação das térmicas é uma das despesas que vai se prolongar.”

Bolsa de Valores

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira, 14, em queda de -1,60%, a 109.928 pontos. O dólar terminou o dia em alta de 1,31%, a R$ 5,12.

Destaques:

Leia: Destaques da Grande Mídia Impressa.

Notícias sobre Turismo

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