Site icon Parahyba e Suas Histórias

Pôr do Sol Literário de intenso brilho campinense na Academia Paraibana de Letras

Sérgio Botelho – Não somente fiz a propaganda, como fui pessoalmente conferir a sessão da tarde-noite desta quinta-feira, 31, do já tradicional Pôr do Sol Literário, na Academia Paraibana de Letras. O que vi foi muito conteúdo intelectual, no campo da literatura, adornado por um intenso brilho campinense. Uma noite de afirmação cultural e de celebrações de pertencimentos à singular Campina Grande.

Começou pela homenagem à professora e acadêmica e quase tudo no campo da literatura na Paraíba, a campinense Elizabeth Marinheiro, que fez questão de lembrar sua procedência familiar Figueiredo Agra. Dirigindo a mesa, outro campinense, o escritor e acadêmico Hélder Moura, criador e comandante do projeto que começou lá pelos anos de 2013. Sem faltar a presença do presidente da APL, o escritor Ramalho Leite.

Na condição de orador encarregado de saudar Elizabeth Marinheiro, agraciada com o troféu Solito, da Confraria Sol das Letras, outro campinense de destaque no mundo intelectual paraibano, o professor e acadêmico José Mário da Silva Branco, que destacou o alcance da produção literária da homenageada para muito além das divisas da Paraíba e, mesmo, do Brasil.

Desfeita a Mesa de saudação a Elizabeth Marinheiro, a composição campinense continuou predominante. Na direção, seguia Hélder Moura, agora com a professora e acadêmica Neide Medeiros, outra campinense, para falar do saudoso crítico literário Virgínius da Gama e Melo, tão Figueiredo e de ancestrais campinenses quanto Elizabeth Marinheiro, sua prima.

Neide foi buscar, nos escaninhos da Fundação Casa de José Américo uma conferência de Virgínius, em Campina Grande, datada de 1974, com precioso memorial sobre a história da Rainha da Borborema, que ela resolveu publicar em plaquete distribuída com o público presente ao evento. Um maravilhoso agrado a todos os que têm interesse pela literatura e pela história da Paraíba.

Para finalizar a sessão desta quinta-feira, 31, o presidente da Academia Campinense de Letras, Thélio Farias, apresentou o livro “Campina Grande em Quadrinhos”, ilustrado por Edi Guedes, artista que teve parte de seus trabalhos expostos na ocasião. Sem esquecer a performance inicial, muito bem acolhida, do cantor e compositor paraibano, de Mamanguape, Danillo Wagner.

Como sempre acontece, mais uma vez marcou presença no evento a Livraria do Luiz, uma das marcas seminais do Pôr do Sol Literário e da própria Confraria Sol das Letras. Como sempre, para encerrar com gastronomia, um providencial e indispensável comes e bebes, na base de salgadinhos, sucos e refrigerantes.

Um verdadeiro desfrute cultural na sede da Academia Paraibana de Letras, conforme sempre ocorre nas últimas quintas-feiras de cada mês. O próximo acontecerá no dia 28 de agosto.

Exit mobile version